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Tom Holland e Marisa Tomei filmam cenas juntos para ‘Homecoming’ em Atlanta – 31/08

Tom Holland (Peter Parker) e Marisa Tomei (Tia May) filmaram uma cena juntos ontem, 31 de agosto, no centro de Atlanta. Não há muitas informações a respeito da cena gravada, mas os dois atores caminharam por uma calçada e Marisa conversou e abraçou com Tom durante o trajeto.


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Tom Holland grava cenas para ‘Homecoming’ no centro de Atlanta – 29/08

As gravações de Spider-Man: Homecoming (Homem-Aranha: De Volta ao lar) continuam a todo vapor. Com as gravações programada para se encerrarem em meados de outubro, podemos dizer que o filme logo entrará nas gravações de suas últimas cenas.

Tendo como foco o centro de Atlanta, que simulará o centro do bairro do Peter, Queens, em Nova York. As cenas que serão gravadas essa semana envolverá desde crianças a idosos. A equipe de cast procurou para as gravações de ontem, 29/08, e sexta, 02/09, homens e mulheres entre 18 e 75 anos para as cenas gravadas no centro da cidade de Atlanta com um foco em cidadãos hispânicos, judeus, indianos e asiáticos. Também procuraram por homens com bicicletas e outros para serem motoristas de carros.

Capitão América: Guerra Civil no Telecine On Demand!

A partir do dia 31 de agosto, os fãs que aguardavam ansiosamente pelo filme na rede Telecine, já podem alugar para assistir quando e como quiser o filme Capitão América: Guerra Civil (Captain America: Civil War), a maior bilheteria nos cinemas brasileiros e mundial em 2016, pelo Telecine On Demand.


Capitão América: Guerra Civil encontra Steve Rogers (Chris Evans) liderando o recém-formado time de Vingadores em seus esforços continuados para proteger a humanidade. Mas, depois que um novo incidente envolvendo os Vingadores resulta num dano colateral, a pressão política se levanta para instaurar um sistema de contagem liderado por um órgão governamental para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em dois campos: um liderado por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores permaneçam livres para defender a humanidade sem a interferência do governo; o outro seguindo a surpreendente decisão de Tony Stark (Robert Downey Jr.) em apoio à supervisão e contagem do governo.


Lançado em abril deste ano, o longa é considerado como um dos mais importantes da Marvel, sendo responsável por avanços importantes para as próximas fases da editora no cinema. Visto por mais de 9 milhões de pessoas no Brasil, o filme somou em todo o mundo US$ 1,1 bilhão. Até então, a maior bilheteria do ano.
Capitão América: Guerra Civil poderá ser alugado pelo Telecine On Demand através das plataformas da Vivo, Net (NOW) e Looke. Seu lançamento em home video acontecerá em setembro.

Matéria sobre ‘Spider-Man: Homecoming’ na edição de outubro da revista Total Film!

A edição de outubro da revista Total Film fez uma pequena matéria sobre o novo filme da Marvel em parceria com a Sony, Spider-Man: Homecoming  que estreia em Julho de 2017 nos cinemas! Confira a tradução:


Homem-Aranha: De Volta ao Lar (Spider-Man: Homecoming) pode estar voltando para casa, mas ele não vai a lugar nenhum até que a campainha toque.

O elenco e a equipe do terceiro reboot do Spidey esteve na Comic-Con no mês passado (julho) no Hall H com um clipe interessante da primeira semana de produção de ‘Homecoming’ – reintroduzindo-nos ao nerd, desajeitado, estranho e estudioso Peter Parker desde que nós conhecemos em ‘Guerra Civil’.

É um filme do ensino médio sobre um garoto de 15 anos de idade“, disse o diretor Jon Watts. “Eu sempre tento descrevê-lo como o filme mais pés do chão no Universo da Marvel. Nós sabemos como é ser um inventor bilionário e playboy e nós sabemos como é ser um deus alienígena de outra dimensão – mas isso é sobre como ter acabado de entrar na puberdade”.

Pegando seu tom brilhante e alegre dos filmes dos anos 80 de John Hughes, Watts faz questão de manter Parker na sala de aula onde ele pode babar pelas garotas (Laura Harrier é Liz Allan), se esquivar dos valentões (Tony Revolori é Flash Thompson) e sair com seu amigo nerd (Jacob Batalon é Ned Leeds). Mas isso não quer dizer que ele não tenha alguns problemas para lidar também – ou seja, o cara de traje de combate gigante e mecanizado que está aterrorizando Nova York.

Como a maneira arte conceitual do Abutre (Michael Keaton) sugere, o Abutre (interpretado pelo próprio Birdman, Michael Keaton) parece diferente do velho enrugado com garras em um planador turbinado que apareceu nos quadrinhos, mais parecendo uma mistura do Homem de Ferro e do Falcão.
Com o traje gritando Stark e a história baseada no Utimate o conectando com o Trask, não há como dizer se, quando, onde e como o Abutre pode abrir suas asas para o MCU – mas com o homem-aranha desta geração já um Vingador honorário antes mesmo de receber seu GCSEs (Certificado de graduação), Abutre vai ter que tirar suas luvas para ter uma chance de descobrir o que está em sua volta.


Observações importantes:

  • A revista mais uma vez confirma o lançamento do filme para 7 de julho de 2017 (anteriormente já havia sido lançada uma nota da Sony Pictures, mas essa é a primeira vez que há outra menção da data);
  • Confirmação do personagem Shocker no filme;
  • Sobrenomes dos personagens confirmados (na Comic-Con, o diretor apenas havia dito o primeiro nome de cada um), então temos: Liz Allan (Laura Harrier), Flash Thompson (Tony Revolori) e Ned Leeds (Jacob Batalon). Não houve menção da personagem da atriz Zendaya!;
  • Menções ao traje do Abutre ser uma mistura de outros trajes, incluindo o do Homem de Ferro, o que reforça a teoria de que o Consertador teria roubado peças das Indústrias Stark para confeccionar e fornecer uniformes para super-vilões!

 


Agradecimento especial ao nosso parceiro Cumberbatch Brasil por ter nos fornecido a scan da matéria!


 

5 Maneiras para ‘Spider-Man: Homecoming’ Ser um Sucesso!

1. Trabalhar o elenco de apoio.

Um dos aspectos mais fortes da franquia do Homem-Aranha é o seu grande elenco de apoio. Amigos do Peter do colégio, do trabalho (Clarim Diário) e até mesmo seus interesses amorosos, Peter Parker tem uma tonelada de amigos do qual cada um tem sua própria história e personalidade. Um dos maiores erros das franquias anteriores foi não tem trabalhado corretamente esse lado, e assim, transformando-os em cameos e vitrines.

Crítica | O Impossível

Pânico, desespero, luta, dor e esperança nessa excepcional história baseada em fatos reais, do tsunami que devastou uma cidade na Asia em dezembro de 2004. A produção espanhola do diretor Juan Antonio Bayona com roteiro de Sergio Sánchez, reúne atores como Naomi Watts, Ewan McGregor e Tom Holland, e coloca o público no centro dessa desastrosa tragédia da família que ao passar o feriado de Natal na Tailândia foram apanhados pelo tsunami que matou 230 mil pessoas.

A família espanhola foi transformada em britânicos, sendo eles: Maria (Naomi Watts) e Henry (McGregor) e seus três filhos, Lucas (Tom Holland), Thomas (Samuel Joslin) e Simon (Oaklee Prendergast). Eles são um pouco estressados e isso se evidência logo nas primeiras cenas onde todos estão no avião. Henry não larga a mão do seu smartphone, checando e-mails do trabalho onde a família deveria estar curtindo a piscina de onde estavam hospedados. Maria estava lendo um romance e seus três filhos brincavam na piscina, e, sobre música orquestral e um tom sobrenatural e premonição da tragédia vemos uma sequência onde podemos acompanhar o resort da praia se partir, gritos e choros de crianças e o desespero de cada pessoa que ali estava.

O Impossível trouxe a simples agonia e o terror de uma família ao serem separados, a dor e um vazio que é pior que danos físicos. Sobre a devastação, Henry e Lucas se encontram diversas vezes, em diferentes locais daquele lugar pós-tsunami. Telefonemas e desconhecidos, agora amigos, se perguntam se seus entes queridos estão mortos ou prestes a serem; a dúvida em cada um deles é se irão sobreviver e isso foi muito bem retratado por McGregor, antes, um personagem aparentemente chato, mas agora, após avisar o pai de sua esposa de que não sabia de seu paradeiro, mais confiante em achar sua esposa e seu filho, Lucas.



Maria sofre em um hospital com um grave ferimento em sua perna e Lucas, em uma atuação brilhante do ator Tom Holland, observa ansiosamente sua mãe, esperando por qualquer notícia que pudesse melhorar seu trágico dia. Após alguns acontecimentos, o medo de perder sua mãe o faz percorrer todo o hospital com um missão: reunir os familiares de todo aquele pessoal estranho, que está perdido no hospital. Sua atitude altruísta é bravamente recompensada com um emocionante encontro entre seus dois irmãos caçulas e seu pai, Henry.

Assistimos pelos olhos dos personagens uma tragédia, vimos o impossível acontecer. Com grandes cenas, atuações incríveis e roteiro digno de Oscar. Um filme simples e ao mesmo tempo complexo, sem julgamentos e com a simples ideia de sobrevivência ser uma das coisas mais dolorosas. Uma temporada de férias, se tornou uma história de força e de coesão entre uma família.

Crítica | Capitão América: Guerra Civil

Baseado, em parte, na saga ‘Guerra Civil’, publicada entre 2006-2007, evento do qual o filme compartilha o mesmo título, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ se passa logo após os eventos de ‘Vingadores: A Era de Ultron’. Contando com mais de uma dúzia de personagens principais e outra de coadjuvantes, que incluem o Pantera Negra (Chadwick Boseman) e o Homem-Aranha (Tom Holland), todos se interligam em uma longa história sobre as ramificações de intervenção dos Estados Unidos em um mundo pós-11 de Setembro.

Capitão América (Chris Evans), Falcão (Sam Wilson), Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) estão atrás de uma pista sobre um vilão, o Ossos Cruzados (Frank Grillo) em Lagos, na Nigéria. Porém, isso acaba provocando um grave incidente e, em razão disso, o secretário dos Estados Unidos, Thaddeus Ross (William Hurt) informa que a ONU, ganhando apoio de 117 países-membros, criou o Tratado de Sokovia. Tal tratado transmite a ideia de que os heróis podem ser tão letais quanto os vilões que combatem. Por meio dele, todos os super-heróis devem ficar sob a responsabilidade de uma comissão de uma organização internacional que irá decidir o local e o momento em que eles poderão atuar. Além disso, aqueles que se recusarem a assinar deverão se aposentar. Com tal situação posta em jogo, nasce uma divisão entre os grupos dos Vingadores, tendo Capitão América de um lado e Tony Stark (Robert Downey Jr.) de outro.

A grande questão é: não há apenas dois lados opostos se enfrentando. A dinâmica estabelecida diante deste impasse vai além, trazendo pessoas defendendo seus ideais mediante reflexões de como se deve estabelecer o equilíbrio entre limites (representando, sobretudo, responsabilidade) e liberdade. Com clima distópico, ‘Capitão América: Guerra Civil’ deixa o status de pura ficção e, com as suas entrelinhas, põe os telespectadores para refletir sobre questões reais.



A ação do filme é sólida e inspiradora. Com grandes oscilações, mas é assim que ele é capaz de se tornar um ótimo filme; abordagem emocional e pensativa que envolve os seus inúmeros personagens, incluindo o mais aguardado desde o seu anúncio: o Homem-Aranha (Tom Holland). O amigo da vizinhança está voltando de braços abertos para Marvel e todos esperavam que tal volta para casa fosse triunfal; tudo que podemos dizer é: com certeza foi! Não houve a repetição de histórias da qual estamos cansados de saber, como sobre como ganhou os seus poderes e como usou a frase de seu tio como um lema para lutar contra o crime em Nova York.  “Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”, e nisso a Marvel acertou em cheio em nos apresentar um Peter Parker que, em pleno 2016, mesmo vivendo em um contexto tão distinto do de seus companheiros de combate ao crime, se mostra pronto para adentrar o Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) e integrar o time de super-heróis nele contido, de modo incrivelmente complementador e satisfatório. Tudo isso sem atrapalhar a narrativa, mas ainda dando espaço para certo destaque a fim de mostrar o potencial de Tom Holland para o novo reboot, ‘Spider-Man: Homecoming’.

Pode-se dizer, portanto, que, apesar deste já ser o 13o filme do MCU, é um grande exemplo de produção atual que aumenta o nível dos filmes de super-heróis, demandando ainda mais elementos de sucesso para que seja possível superar tal produção em um futuro próximo.

Irmãos Russo acham que ‘Homecoming’ poderá ser o melhor filme do Homem-Aranha!

O novo filme do Homem-Aranha (Spider-Man: Homecoming) já está sendo considerado como um grande sucesso pela Marvel e Sony. Embora o enredo do filme permaneça em segredo, o público ficou muito satisfeito com o Peter Parker/Spidey retratado por Tom Holland em Capitão América: Guerra Civil.


Recentemente, os irmãos Russo falaram sobre o novo filme dirigido por Jon Watts. Além disse, parece que eles também tem uma opinião extremamente positiva para compartilhar sobre o novo filme do aracnídeo. De acordo com o Comicbook, os irmãos Russo disseram:


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